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www.empresalimpa.org.br _ PELA INTEGRIDADE E CONTRA A CORRUPÇÃO.

Somos uma Empresa signatária do pacto contra a corrupção. A Evidência Brindes é uma Empresa limpa, “PELA INTEGRIDADE E CONTRA A CORRUPÇÃO”. Visite o site: http://www.empresalimpa.org.br/empresas_signatarias.aspx, e inclua a sua Empresa nesta grande missão. “OU O BRASIL ACABA COM A CORRUPÇÃO OU A CORRUPÇÃO ACABA COM O BRASIL”

PACTO EMPRESARIAL PELA INTEGRIDADE E CONTRA A CORRUPÇÃO

 

As empresas e demais organizações Signatárias deste Pacto,


- Conscientes de que a sociedade civil brasileira espera dos agentes econômicos a declaração de adesão a princípios, atitudes e procedimentos que possam mudar a vida política do País, assim como anseia pela efetiva prática de tais princípios;

- Desejosas de oferecer à nação uma resposta à altura das suas expectativas;

- Determinadas a propagar boas práticas de ética empresarial, que possam erradicar a corrupção do rol das estratégias para obter resultados econômicos;

- Cientes de que a erradicação das práticas ilegais, imorais e antiéticas depende de um esforço dos agentes econômicos socialmente responsáveis para envolver em tais iniciativas um número cada vez maior de empresas e organizações civis;

ASSUMEM PUBLICAMENTE O COMPROMISSO DE:

1. Adotar, ou reforçar, todas as ações e procedimentos necessários para que as pessoas que integram as suas estruturas conheçam as leis a que estão vinculadas, ao atuarem em nome de cada uma das Signatárias ou em seu benefício, para que possam cumpri-las integralmente, especialmente nos relacionamentos com agentes públicos(1):

    § no exercício da cidadania;

    § na qualidade de integrante da coletividade e, portanto, constitucionalmente, agente do desenvolvimento sustentável;

    § como contribuinte;

    § na condição de fornecedor ou adquirente de bens ou serviços para ou do governo;

    § como postulante a ou no exercício de concessão, autorização, permissão ou vínculo equivalente com o governo(2);

    § em qualquer outra condição ou com qualquer outro objetivo.

  1.1 Para atingir tal objetivo, comprometem-se a implantar procedimentos internos para divulgação, orientação e respostas a consultas sobre os institutos jurídicos aplicáveis aos relacionamentos acima, incluindo, sem qualquer limitação, os dispositivos que tratam de:

    § corrupção ativa de atividades brasileiras e estrangeiras;

    § corrupção passiva;

    § concussão;

    § improbidade administrativa;

    § fraude em concorrência pública;

    § crimes contra a ordem econômica e tributária;

    § limites e formas das contribuições a campanhas eleitorais.

2. Proibir, ou reforçar a proibição de que qualquer pessoa ou organização que atue em nome das Signatárias ou em seu benefício dê, comprometa-se a dar ou ofereça suborno, assim entendido qualquer tipo de vantagem patrimonial ou extrapatrimonial, direta ou indireta, a qualquer agente público, nem mesmo para obter decisão favorável aos seus negócios.

  2.1 Para permitir a concretização do pactuado neste parágrafo, as Signatárias se comprometem a:

    § elaborar, aprovar e determinar que sejam divulgados e cumpridos textos normativos internos (Código de Conduta Ética e/ou Política de Integridade) que expressem de forma inequívoca a proibição aqui declarada;

    § implantar programa de treinamento nos textos normativos internos;

    § implantar um sistema de comunicação e verificação das práticas éticas (Ouvidoria);

    § adotar um sistema financeiro que permita a individualização dos diversos tipos de receitas, despesas e custos e que, além de atender aos requisitos legais, seja eficaz na prevenção contra pagamentos em desconformidade com os textos normativos internos e favoreça a sua detecção.

3. Proibir, ou reforçar a proibição de que qualquer pessoa ou organização que aja em nome das Signatárias ou em seu benefício faça contribuição para campanhas eleitorais visando a obtenção de vantagem de qualquer espécie ou com o objetivo de evitar perseguições ou preterições ilegais.

  3.1 Para permitir o cumprimento do pactuado neste parágrafo, as Signatárias se comprometem a:

    § somente realizar contribuições a campanhas eleitorais dentro dos estritos limites da lei;

    § ao fazê-lo, observar a forma, o lugar e os demais requisitos de legitimidade;

    § conferir o correto registro dos valores contribuídos junto à agremiação partidária responsável e perante o órgão da Justiça Eleitoral, denunciando qualquer irregularidade que venham a detectar.

4. Proibir ou reforçar a proibição de que qualquer pessoa ou organização que aja em nome das Signatárias, seja como representante, agente, mandatária ou sob qualquer outro vínculo, utilize qualquer meio imoral ou antiético nos relacionamentos com agentes públicos.

  4.1 Para garantir a observância do disposto neste parágrafo, as Signatárias se comprometem a:

    § implantar mecanismos internos de verificação e comprovação da proporcionalidade e razoabilidade dos pagamentos feitos a representantes, agentes, mandatárias e outras pessoas ou organizações com as quais mantenham vínculos afins;

    § dotar tais mecanismos internos de ferramentas que impeçam e revelem qualquer tentativa de burlar essa determinação de comportamento ético por ardis ou meios indiretos.

5. Divulgar para outros agentes econômicos, entidades e associações do relacionamento das Signatárias os princípios expressos no presente Pacto.

6. Apoiar e colaborar com os Poderes Públicos em qualquer apuração de suspeita de irregularidade ou violação da lei ou dos princípios éticos refletidos no presente Pacto, tornando disponível para eles seus livros, registros e arquivos, independentemente de ordem judicial, sempre em estrito respeito à legislação vigente.

7. As Signatárias ou qualquer pessoa ou organização que atue em nome das Signatárias ou em seu benefício se comprometem a consultar o Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas - CEIS da Controladoria Geral da União a fim de verificar se as pessoas físicas ou jurídicas que atuam como fornecedores em sua cadeia produtiva foram declaradas inidôneas pela Administração Pública, evitando sempre que possível estabelecer relação de negócio com as pessoas sancionadas.

O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) e o Comitê Brasileiro do Pacto Global, na condição de promotores do presente Pacto, assumem as responsabilidades adicionais de:

    § criar e tornar disponíveis em seu site as ferramentas necessárias à sua implementação, incluindo modelos de políticas de integridade e códigos de ética, ferramentas de implementação e gestão dos compromissos que formam o Pacto, casos de boas práticas e outras sugestões;

    § incentivar as entidades que apóiam as micro e pequenas empresas a implantar sistemas de orientação sobre os princípios legais que lhes permitam aderir e cumprir o presente Pacto.

As entidades que integram o Conselho de Mobilização e as demais entidades de classe signatárias deste Pacto assumem a responsabilidade adicional de:

    § tomar todas as iniciativas para que um número cada vez maior de empresas e organizações afiliadas venha a aderir ao presente Pacto.

 

O Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção foi lançado publicamente em 22 de junho de 2006.
A cláusula 6 passou a ter uma nova redação a partir de 1.o de agosto de 2006, por decisão do Comitê Organizador e do Conselho de Mobilização do Pacto.

__________________________________________________________________________________________________
(1) “Agente público” para os fins deste Pacto é toda e qualquer pessoa integrante da estrutura de qualquer um dos três poderes, de qualquer ente da federação, ou investida de poderes para representar um órgão público, seja funcionário, administrador, ocupante de cargo eletivo ou candidato a cargo eletivo.
(2) “Governo” é qualquer órgão ou repartição da administração pública direta ou indireta, incluindo fundações e organizações mantidas majoritariamente com recursos públicos, vinculado a qualquer dos três poderes de qualquer ente da federação.

 

 

Marketing Viral

Marketing Viral - Alta performance com baixo custo


A idéia básica do Marketing Viral consiste em 'convencer' clientes e consumidores a transmitir nossa mensagem de marketing para sua lista de amigos e relacionamentos. Essa poderosa ferramenta, quando bem utilizada, pode gerar mais resultados do que no marketing tradicional. O know-how de marketing de rede, comunidades virtuais, one-to-one e marketing de permissão são fundamentais para entendimento e produção dessa idéia.
   Steve Jurvetson, que sugeriu esse nome, tem uma empresa de investimentos (Draper Fisher Juvertson) que não entra em nenhum negócio onde esse concepção não esteja presente.
   Outro conceito fundamental para entendermos o funcionamento dessa ferramenta é o de Afiliação. Quase todo meio de comunicação está comprometido com seus anunciantes ou acionistas. Seria pouco provável que um jornal, revista, radio ou emissora de TV veiculasse alguma coisa negativa de quem patrocina sua existência. Por isso quem recebe a informação credita maior ou menor confiança no veículo. Essa confiança se traduz no grau de interatividade com as propostas ofertadas (cadastro, compras, pesquisas, etc.).
   Quando alguém se propõe a trabalhar para quem recebe a informação, existe a condição de afiliado e o relacionamento é muito mais interativo. A revista do IDEC é um bom exemplo, estruturas religiosas, clubes e até sistemas de marketing de rede produzem essa condição. A Internet é o melhor lugar para exercer essa prática. Estou falando em comunidades que se agregam virtualmente, redes que se formam com a facilidade da tecnologia da informação e principalmente uma cooperação inerente (apesar de pouco praticada) às relações humanas.
   O Marketing Viral precisa ser 'eticamente correto' para quem passa e (de alguma maneira) vantajoso para quem recebe. O importante é entendermos que estamos ainda experimentando os meios de faze lo e avaliar seus resultados, portanto um excelente momento para "contaminar". O tênue fio que separa a ação de marketing viral de uma dessas correntes é perigoso e pode até ser entendida como SPAM. Por isso é muito importante agregar a experiência de marketing em comunidades, redes, afiliação e permissão dos clientes. Outra coisa importante é que o data base obtido por esse processo é muito eficaz e de baixo custo.

O brilhante texto acima, foi produzido por: Alan Dubner, que é consultor de Marketing da Cybermind Comunicação Interativa. Especialista em Experience Innovation e projetos que envolvem Mídia Social. Idealizador do projeto Municípios Digitais, que tem como case de sucesso o portal: www.itu.com.br. Que nos autorizou formalmente a publicação em nosso site.

 

 
 

Porque Marketing de Relacionamento?

Porque Marketing de Relacionamento?

Artigo do assinante Willians Rezende

Hoje as pessoas desejam fazer negócio com empresas que ofereçam serviços agregados a seus produtos, antes, durante e após a venda. Eles procuram um relacionamento de longo prazo, onde as necessidades individuais possam ser atendidas não somente hoje, mas também no futuro.A atual conjuntura brasileira aliada às mudanças que estão ocorrendo no comportamento do consumidor ou cliente, quanto aos seus desejos, necessidades e expectativas, exige uma nova abordagem para o Marketing.Essa nova abordagem, que é o Marketing de Relacionamento, Fidelização, Pós-Marketing, constitui-se na filosofia empresarial com base na aceitação da orientação para o cliente e para o lucro por parte de toda a empresa, e no reconhecimento de que se deve buscar novas formas de comunicação para estabelecer um relacionamento profundo e duradouro com os clientes. É buscar uma vida inteira de parceria.Atualmente se fala muito em Fidelização de clientes, Marketing de Relacionamento, CRM (Costumer Relationship Management ou Gestão de Relacionamento com o
Cliente) , é um discurso bonito; mas poucas empresas estão conseguindo implantar programas que atinjam desde o prospect (possível cliente) até o que chamamos de defensores, que é o consumidor que defende sua marca . Esse é o estágio máximo da fidelizaçãoO que significa fidelizar clientes?Segundo alguns dicionários, fiel é aquele que é digno de fé, cumpre aquilo a que se propõe, sendo leal, honrado, verdadeiro, íntegro e amigo. No mundo empresarial, cliente fiel é aquele que esteja envolvido, satisfeito, ou melhor, encantado com um fornecedor a ponto de manter um consumo freqüente, optando por uma empresa em particular, sempre que necessitar de um determinado produto ou serviço.Fiel, nos dias atuais, parece que só mesmo a torcida de futebol. O número de divórcios aumenta na proporção em que diminui o de novos casamentos. No campo do consumo, nem os gestores de marcas tradicionais podem se sentir como antes: a adesão dos clientes a concorrentes novatos começa com uma pequena traição chamada experimentação. Com tanto potencial de volubilidade, não surpreende que as grandes empresas proclamem a fidelização como sua prioridade número 1. Num levantamento da publicação Meio & Mensagem, especializada em publicidade, 40% dos 20 maiores anunciantes do país consultados declararam que o principal objetivo de suas campanhas neste ano será dirigido para resultados que consolidem os vínculos com os clientes -- em maior proporção do que aqueles que visam reforçar a imagem institucional ou mesmo aumentar as vendas e sua participação de mercado. Para ilustrar, podemos citar um recente estudo internacional da consultoria McKinsey, segundo o estudo, esforços que estimulem os clientes fiéis a gastar mais compensam as perdas dos desertores. A McKinsey investigou como os moradores de 1 200 lares se relacionavam com 16 diferentes setores que vendem de cartões de crédito e seguro de vida a celulares e itens de consumo rotineiro. Constatou que existem, nesse universo, seis segmentos de consumidores. Três deles podem ser considerados leais: mantêm ou ampliam continuamente seus gastos com as empresas. Os demais grupos tendem a ser volúveis: gastam cada vez menos e estão constantemente reavaliando as opções de compra. Por quê? Mudaram seu estilo de vida ou estão descontentes com os produtos e serviços. Uma descoberta foi a existência de um grupo predominante, que a McKinsey chamou de "ponderados". Representam, em média, 40% dos clientes de cada um dos 16 setores estudados. Costumam avaliar suas compras pelos quesitos de preço, desempenho do produto e atendimento. Para eles, apelos emocionais pouco contam. O prêmio para quem influenciá-los a gastar mais são resultados duplamente superiores aos obtidos com os emotivos. Mas, como são teimosos, convencer esses consumidores é sempre complicado. Outra surpresa do estudo é que, na maioria dos setores, a insatisfação representa uma pequena proporção das causas da migração dos consumidores. Tome o exemplo de um banco que decidiu investir toda a sua verba para corrigir falhas de atendimento. Conseguiu, sim, reduzir o número de contas fechadas. Entretanto, o efeito disso no balanço foi marginal. Os correntistas estavam depositando menos porque suas necessidades haviam mudado. Muitos clientes estavam, por exemplo, sustentando os filhos em faculdades caras. Os padrões que influenciam a lealdade variam de setor para setor. Os ponderados, por exemplo, representam mais de 70% dos grupos que gastam pouco com vestuário, mas apenas um terço dos compradores de celulares. A lição é que ações para fidelizar clientes não devem ser automáticas. É preciso primeiro conhecê-los a fundo e só então agir.  Lembre-se: Vender hoje é mais cérebro do que músculo.Autor:Willians Rezende é especialista em tecnologia da informação, pós-graduado em Marketing, Professor de Marketing e Recursos Humanos da Faculdade Faeste (www.faeste.com.br), Consultor e Palestrante da NWS Consultoria de Vitória-ES, (www.nwsconsultoria.com.br), gerente de desenvolvimento do site ÉSABER (www.esaber.com.br) especializado em EAD ( Educação a Distância ). É Autor do Vídeo Aula: "Vendas Estratégias Vencedoras", autor de diversos artigos publicados sobre Motivação, Marketing, Vendas, Fidelização e CRM.

 

A mudança dos brindes para produtos promocionais


Um recente estudo realizado pela L.J Market Research a pedido da PPAI – Promotional Products Association International – buscou identificar os fatores de maior recall dos anúncios, estabelecendo um comparativo com os produtos promocionais.

O estudo foi realizado em aeroportos nos EUA, tendo sido entrevistadas 800 pessoas. As conclusões apresentadas evidenciam claramente que o recall dos produtos promocionais é realmente mais efetivo que a mídia.

Acredito até que isto não represente nenhuma novidade, já que é esperada maior retenção quando você recebe um brinde se comparado com uma simples mensagem publicitária, mas a pesquisa apresenta outros aspectos interessantes. Das pessoas que receberam brindes nos últimos doze meses, 76% se lembra da marca da empresa patrocinadora. Cerca de 33% dos entrevistados tinha o brinde em seu poder e nesse caso o recall subia para 86%. Imagine só o que isto significa, uma vez que os brindes foram recebidos no período de até12 meses anterior a pesquisa. Fica evidente também que há uma predisposição crescente em realizar negócios com a empresa após o recebimento do brinde decorrente, entre outros fatores, de maior familiaridade com a marca.

Outro aspecto interessante é que 55% das pessoas mantém o brinde por um período de um ano e 31% por pelo menos 6 meses.

Some-se a tudo isso a memória afetiva ligada ao brinde, ou seja, qual a recordação a que ele nos remete? Sabe-se perfeitamente que ele é um instrumento importantíssimo para prolongar o recall de marca associando-o com as emoções vividas . A verdadeira explosão de eventos proprietários como Skol Beats, Coca Cola Vibe Zone e Vivo Open Air entre outros revela também a efetividade destas ações para estreitar o relacionamento com grupos de consumidores, aproximando-os por suas afinidades, preferências e gostos. Dentro deste contexto o brinde representa um ícone que une esses grupos e mantém a marca viva mesmo depois de longo período da realização do evento. Muitas vezes os brindes tornam-se até motivo de disputa entre o público alvo ou fazem parte do acervo de colecionadores. Uma empresa que trabalha muito bem esses aspectos é o Hard Rock Café que realiza freqüentemente festas reunindo seu publico alvo em alguma loja da rede juntamente com alguns figurões do rock. Cada evento é marcado por lançamento de brindes que se referem a aquele encontro. Isto faz com que alguns itens de sua linha de pins, por exemplo, atinja valores acima de U$ 3000,00.Existe até um clube para os mais fissurados buscarem o pin de um determinado evento. O que está por trás disso, é o valor afetivo atribuído ao brinde.

Estamos acostumados a ver a televisão ser vendida por segundos, o jornal por centímetros as revistas por paginas, mas e os brindes como ficam?

Será que ele está recebendo de você a verdadeira importância que representa? Vejamos bem, quanto vale 10 cm na mesa de seus clientes com a sua marca? Quanto vale um imã na geladeira que seu cliente abre 10 vezes por dia?

Bem fica aí um desafio para você meditar e entender porque houve uma evolução tão rápida do conceito de brindes para a categoria de produtos promocionais e porque eles representam um instrumento tão importante nos dias de hoje.

 

Princípios básicos para garantir o sucesso de uma ação


Pode parecer incrível, mas muitas empresas, ao desenvolver suas ações promocionais, esquecem de avaliar princípios básicos necessários para garantir o sucesso de uma ação.

1. Planeje sua Ação - Para atingir resultados efetivos em suas ações promocionais é muito importante um cuidadoso planejamento que considere a compatibilidade dos objetivos com o público-alvo, logística, estratégia, tema e budget disponível.

2. Público-alvo - Avalie cuidadosamente o perfil do público que você deseja atingir. Quais são suas características, hábitos, faixa sócio-econômica, sexo e idade. Este aspecto por si só é um importante filtro para a escolha correta dos brindes.

3. Objetivo - A ação visa fazer seu produto girar mais na prateleira? Você quer atrair mais público para o seu stand? Você está implementando uma ação de incentivos e quer motivar seus funcionários? Defina claramente o que você quer e qual será o papel do brinde no objetivo escolhido.

4. Tema da Campanha - As campanhas temáticas têm se mostrado mais eficazes do que ações isoladas e pontuais. Avalie se o tema escolhido representa foco de interesse do público-alvo.

5. Logística - A distribuição dos brindes, dependendo da ação, pode ser muito complexa e mesmo inviabilizar a promoção. Pense cuidadosamente neste aspecto, avalie os pontos críticos e acima de tudo, procure ouvir uma empresa especializada em logística que já tenha experiência no tipo de ação que pretenda implementar.

6. Fornecedor - Passe o briefing completo para o seu fornecedor. Entendendo melhor os objetivos e a ação planejada, ele poderá trazer sugestões ou contribuições expressivas. Analise o histórico comercial e peça referências de clientes já atendidos. Antes de decidir, faça uma visita e conheça as instalações da empresa escolhida. Se o pedido for pequeno, corra um risco calculado. Conceda o tempo necessário para a produção. Não arrisque seu pedido estabelecendo prazos curtíssimos que outros fornecedores rejeitaram - a vítima pode ser você.

Não se iluda com importação direta de outros países. Você pode ficar na mão no meio da promoção ou ter de engolir um estoque maior do que a capacidade de absorção da campanha.

7. Brinde - Ao escolher o brinde, não considere unicamente o fator preço. Avalie o potencial do fornecedor, sua capacidade produtiva e de cumprir prazos. Não esqueça que seu nome estará sobre o brinde escolhido. Se o produto for de baixa qualidade, qual o residual que vai sobrar para sua marca?

O brinde não precisa ser criativo e sim estar adequado ao tema da ação promocional. Ele deve ser sempre um coadjuvante e não o ator principal da campanha.

8. Estocagem - Não deixe de checar previamente as áreas de estocagem disponíveis para a promoção. Produtos como bolas, por exemplo, podem ocupar áreas enormes. Muitas empresas de logística tem áreas de apoio que podem ser usadas por períodos relativamente curtos. Em ações prolongadas, convém alugar espaços em empresas especializadas para a guarda de materiais.

9. Resultados - Desenvolva critérios de avaliação que permitam mensurar os resultados. Faça um ensaio prévio – estabeleça metas e compare com os resultados alcançados.

 

Texto elaborado pelo Sr. Auli Prado de Vitto, diretor presidente do Guia Free Shop.

 

Idéias originais são essenciais para transformar: Empresas em Marcas, Produtos em Necessidades, Custos em Lucros e Pessoas em Clientes.