Uma vez escolhida a cor, usa-se a numeração universal correspondente no guia em diversos setores ( programação visual, fabricantes de tinta, oficina de impressão, controle de qualidade). A cor de referência sempre será a do guia impresso e não a cor do monitor (uma vez que esta mostra luz e não cor impressa) e nem a da impressora do escritório (que normalmente não tem correspondência com as cores PANTONE® e nem são apropriadas para este tipo de impressão).
Tratando-se de trabalhos onde o uso da tinta escolhida for em pequena quantidade, a própria oficina executa a preparação da tinta através das indicações do guia. Quando tratar-se de quantidades maiores é solicitada ao fabricante de tinta através da mesma numeração constante no guia.
Os guias de cores PANTONE® são básicos no processo de impressão offset, tanto em máquinas planas como em rotativas.
Nos demais sistemas (como rotogravura, flexografia ou serigrafia, entre outros) o guia é utilizado para a escolha da cor desejada bem como referência ao fabricante de tinta e/ou gráfico.
Tratando-se de trabalhos onde o uso da tinta escolhida for em pequena quantidade, a própria oficina executa a preparação da tinta através das indicações do guia. Quando tratar-se de quantidades maiores é solicitada ao fabricante de tinta através da mesma numeração constante no guia.
Os guias de cores PANTONE® são básicos no processo de impressão offset, tanto em máquinas planas como em rotativas.
Nos demais sistemas (como rotogravura, flexografia ou serigrafia, entre outros) o guia é utilizado para a escolha da cor desejada bem como referência ao fabricante de tinta e/ou gráfico.

Deve-se estabelecer as quantidades de cada cor, fundamentado na escala PANTONE®, relacionando as quantidades da fórmula com a quantidade prática a ser produzida.
Fazer o teste de Queeck Peek e comparar visualmente com a referência PANTONE® ou com o modelo fornecido pelo cliente, quando for o caso.

